Santo Agostinho

A comunidade, realização do mistério da Igreja, é como um sacramento pelo qual Cristo se faz presente, se revela e se comunica na concórdia e na unanimidade (Cf. Em. in os. 132, 2,9)

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Dizimistas Aniversariantes do mês de Março:

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N.S. DO CARMO PDF Print Email

N.S. DO CARMO

Monte Carmelo é uma montanha na costa de Israel com vista para o Mar Mediterrâneo. O seu nome (Karmel) significa "jardim" ou "campo fértil. A grande cidade israelita de Haifa localiza-se parcialmente sobre o Monte Carmelo, além de algumas outras cidades menores, como Nesher e Tirat Hakarmel. Este se trata do local onde se deu o duelo espiritual entre o profeta Elias e os profetas de Baal. Foi no Monte Carmelo que Elias provou aos homens que o Deus de Israel era o verdadeiro Deus, e não Baal.

Os primeiros carmelitas, em fins do século XII depois de Cristo (mais de dois mil anos depois da vida do profeta Elias) decidiram formar uma comunidade no Monte Carmelo. Os primeiros monges eram cavaleiros cruzados, que cansados da violência e injustiça daquelas guerras para conquistar a Terra Santa das mãos dos mouros, ali se refugiaram, sedentos de uma vida mais autenticamente evangélica. Atraídos ao Monte Carmelo, pela fama e tradição do profeta Elias, ali fundaram uma capela e em torno dela construíram seus quartos ou "celas". Isto foi por volta de 1155, dedicaram-se a uma vida de penitência e reparação pelos abusos dos cruzados; exercitavam-se na prática da oração e união com Deus e a trabalhos manuais. Escolheram Elias como Pai Espiritual e exemplo de vida monástica de oração e testemunho Profético em meio a um mundo dominado pelas injustiças.

Dedicaram a capelinha à Virgem Maria e sob sua proteção dedicaram-se à imitação de suas virtudes, procurando levar uma vida fixa em Deus. Chamaram a Maria "Senhora" do lugar, segundo os costumes feudais, e renderam a Ela serviço de dedicada doação dos primeiros carmelitas: Homens simples, irmãos, sem muita instrução. Os peregrinos e cruzados que os visitaram, começaram a chamá-los IRMÃOS DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA DO MONTE CARMELO. Receberam este titulo por causa da capela dedicada a Maria; figura central na vida daqueles monges, que levavam uma vida contemplativa, a serviço do Senhor, a exemplo de Elias.

ORGANIZAÇÃO

Mais ou menos no ano de 1209, os irmãos decidiram formalizar a sua vida, pedindo uma Regra de vida ao bispo Alberto, patriarca de Jerusalém, homem piedoso e conhecido pela sua sabedoria e prudência. Alberto levando em consideração as tradições deste pequeno grupo de monges escreveu-lhes uma Regra muito simples, que os Carmelitas observam até hoje. Com o tempo, quando já na Europa, viajaram a Roma para apresentar ao papa o pedido de aprovação da nova Ordem. No ano de 1226, o Papa Honório I1I concedeu a aprovação oficial da Igreja à ORDEM DOS IRMÃOS DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA DO MONTE CARMELO. É este o titulo com que a ordem se apresenta até os dias de hoje. Com esta aprovação os irmãos viveram a sua vida de oração e trabalho, com o ideal de se unir continuamente ao Senhor, a dia todo e em cada obra, a exemplo de Elias, seu Pai Espiritual, e de sua Mãe e protetora, a Virgem Maria, Mãe de Deus e Mãe do Carmelo.

A sua tranqüilidade foi interrompida por ocasião da segunda investida dos mouros, por volta do ano de 1235. Os mouros retornaram a Terra Santa movendo feroz perseguição contra os cristãos. Os carmelitas dividiram-se em dois grupos: um, que Permaneceu no Monte Carmelo; os monges foram massacrados e o mosteiro incendiado; o segundo grupo refugiou-se na Sicília, Creta, Itália e finalmente na Inglaterra, no ano de 1238.

A APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA

AYLESFORD – INGLATERRA

Na Inglaterra, os irmãos fundaram um mosteiro em Aylesford, onde procuraram imitar a vida do Monte Carmelo. É um lugar de beleza natural, próprio para a prática da oração e a vida de reflexão e meditação. Aqui começa uma nova época da vida dos irmãos da Virgem Maria.

Na Inglaterra, eles não foram aceitos pelos demais religiosos e eclesiásticos. Vindos de um deserto da Palestina, com suas tradições e hábitos distintos, eles os menosprezavam dizendo que a Europa já possuía muitas ordens religiosas e não precisava de mais uma. Era uma situação desesperadora para os frades, corriam outra vez o risco de se extinguir como ordem religiosa: primeiro foram os mouros, agora os religiosos. Mas a que os carmelitas queriam era tão somente viver em paz e continuar a sua vida de oração e trabalho. Lutaram de novo pela sua sobrevivência.

Imitando o exemplo dos primeiros Irmãos, o Prior Geral dos Carmelitas, São Simão Stock, recorreu à oração. S. Simão era um homem considerado por todos os Irmãos como um homem de intensa oração, de entrega total, devoção e amor á Mãe do Carmelo, a Virgem Maria. Diz a tradição: na noite do dia 16 de julho de 1251, Simão, mergulhado na oração, dirigiu-se a Virgem Maria e pediu-lhe o "privilégio feudal" a proteção da "Senhora" sobre seus vassalos em tempos de perseguição e dificuldades. Pediu-lhe que ajudasse a seus irmãos, porque estes sempre se mantinham fiéis a seu serviço e agora necessitavam de sua ajuda. Neste momento, segundo a tradição, rezou esta famosa oração que até hoje os Carmelitas cantam solenemente nas festas:

"Flor do Carmelo, vide florida.

Esplendor do Céu. Virgem Mãe incomparável.

Doce Mãe, mas sempre Virgem,

Sede “propicia aos carmelitas, Ó Estrela do Mar”.

Durante esta oração, apareceu-lhe a própria Virgem Maria, rodeada de anjos. Entregou-lhe a Escapulário que tinha em suas mãos e disse-lhe:

"Recebe, meu filho muita amado, este Escapulário de tua Ordem, sinal de meu amor, privilégio para ti e para todos os carmelitas: quem com ele morrer, não se perderá. Eis aqui um sinal da minha aliança, salvação nos perigos, aliança de paz e de amor eterno".

Depois disto, Simão chamou todos os frades e explicou o que havia acontecido. Acrescentaram o Escapulário ao hábito e começaram a cantar esta maravilhosa aventura da Virgem Maria para ajudar os carmelitas. De toda a Inglaterra, o povo dirigia-se aos carmelitas, pedindo o Escapulário, para poder compartilhar deste favor, de Maria e gozar de sua proteção. Terminou a perseguição, dai por diante ninguém mais se atrevia a molestar a tranquilidade da Ordem favorecida pela própria Virgem Maria. Forçosamente tinham que aceitar os Irmãos dela.

Atentas á nova realidade ambiental, os Irmãos de Maria começaram a adaptar-se a cultura européia. Mantiveram sempre as suas tradições de oração e união com Deus, e aceitaram pela primeira vez apostolados ativos. Assumiram paróquias e pregaram o evangelho por toda a parte. Mudaram a capa listada por uma capa inteiramente branca, símbolo do Batismo e da alegria da Ressurreição. E ainda hoje, nas festas, os carmelitas conservam esta capa branca. A fama da ordem cresceu em toda a Europa, cresceu o número de vocações carmelitas e despertou-se o espírito de zelo pela vida religiosa. A história da Ordem continua pelos séculos afora indo a São João da Cruz, Santa Tereza D’Ávila até ao nosso João Paulo II.

Adaptaram o Escapulário grande à uma forma mais pequena para o povo, e muitos começaram a usá-lo, como, sinal de amor a Virgem Maria e símbolo de vida cristã fixa em Deus.

O ESCAPULÁRIO, UM SINAL MARIANO

O escapulário é um sinal aprovado pela igreja e aceito pela Ordem do Carmo como manifestação extrema de amor a Maria, de confiança filial nela e do compromisso de imitar a sua vida. A palavra "escapulário" indica uma vestimenta que os monges usavam sobre o hábito religioso durante o trabalho manual. Com o tempo assumiu um significado simbólico: o de carregar a cruz de cada dia, como os discípulos e seguidores de Jesus. Em algumas Ordens religiosas, como no Carmo, o Escapulário tornou-se um sinal da sua identidade e vida. O escapulário simbolizou o vínculo especial dos carmelitas com Maria a Mãe do Senhor, que exprime a confiança na sua materna proteção e o desejo de imitar a sua vida de doação a Cristo e aos outros. Transformou-se assim num sinal mariano.

O ESCAPULÁRIO

O Escapulário é símbolo próprio para exprimir devoção à Mãe de Jesus, bem como a filiação dos fiéis à família Carmelita. Para os leigos carmelitas, hoje em dia, o escapulário é uma pequena tira de pano ou mesmo medalha metálica que estes usam após uma singular cerimônia de imposição. Sinal externo, exprime a convicção do afiliado a viver consagrado à Virgem Maria e sob a sua proteção. Recorda àquele que o usa, o compromisso da Ordem e o seu jeito de vida, a dimensão mariana do carisma carmelita (que se caracteriza por uma vida de familiaridade com Maria, impregnada de oração, imitação e presença). Concretamente, como meio de consagração, o escapulário fala - como dizia o Papa Pio XII - de humildade, de castidade, de oração contínua e de todas as virtudes da Mãe, das quais o devoto se deve revestir e é convidado a uma íntima união com Deus e ao serviço humilde do próximo na Igreja. Na Idade Média muitos cristãos queriam unir-se às Ordens Religiosas então fundadas: Franciscanos, Dominicanos, Agostinianos, Carmelitas. Surgiu um laicado a elas associados mediante às Confrarias. As Ordens religiosas trataram de dar aos leigos um sinal de filiação e de participação em seu espírito e apostolado.  Este sinal estava constituído por uma parte significativa do hábito: capa, cordão, escapulário. Entre os Carmelitas se estabeleceu o Escapulário, em forma reduzida, como expressão de pertença a Ordem e de compartilhar sua devoção mariana. Atualmente o Escapulário da Virgem do Carmo é um sinal aprovado pela Igreja e proposto pela Ordem Carmelitana como manifestação do amor de Maria por nós e como expressão de confiança filial; Ela, cuja vida queremos imitar.

O "Escapulário" em sua origem era um avental que os monges vestiam sobre o hábito religioso durante o trabalho manual. Com o tempo assumiu um significado simbólico de querer levar a cruz de cada dia, como verdadeiros seguidores de Jesus. Em algumas Ordens religiosas, como o Carmelo se converteu num sinal de decisão de viver a vida como servos de Cristo e de Maria. O Escapulário simbolizou o vínculo especial dos Carmelitas a Maria, Mãe do Senhor, expressando a confiança em sua materna proteção e o desejo de seguir seu exemplo de doação a Cristo e aos demais. Assim se transformou num sinal mariano por excelência.

Vários Papas promoveram o uso do escapulário e Pio XII chegou a escrever: "Devemos colocar em primeiro lugar a devoção do escapulário de Nossa Senhora do Carmo" - e ainda - "escapulário não é 'carta-branca' para pecar; é uma 'lembrança' para viver de maneira cristã, e assim, alcançar a graça duma boa morte". Bento XV o pontífice da paz, chamou o Escapulário a "arma dos cristãos" e aconselhava aos seminaristas que o usassem. Pio IX gravou em seu cálice a seguinte inscrição:"Pio IX, confrade Carmelita". Leão XVIII, pouco antes de morrer, disse aos que o cercavam: "Façamos agora a Novena da Virgem do Carmo e depois morreremos".

Pio XI escrevia, em 1262, ao Geral dos Carmelitas: "Aprendi a conhecer e a amar a Virgem do Carmo nos braços de minha mãe, nos primeiros dias de minha infância". Pio XII afirmava: "É certamente o Sagrado Escapulário do Carmo, como veste Mariana, sinal e garantia da proteção e salvação ao Escapulário com que estavam revestidos. Quantos nos perigos do corpo e da alma sentiram a proteção Materna de Maria".

O Papa João XXIII assim se pronunciou: "Por meio do Escapulário do Carmo, pertenço à família Carmelitana e aprecio muito esta graça com a certeza de uma especialíssima proteção de Maria. A devoção a Nossa Senhora do Carmo torna-se uma necessidade e direi mais uma violência dulcíssima para os que trazem o Escapulário do Carmo"

Paulo VI afirmava que entre os exercícios de piedade devem ser recordados o Rosário de Maria e o Escapulário do Carmo.

O Papa João Paulo II foi devotíssimo de Nossa Senhora e coloca a recitação do Rosário entre suas orações prediletas. Ele quis ser Carmelita. Defendeu sua tese sobre São João da Cruz, o grande Carmelita renovador da Ordem.

O uso do Escapulário a virgem nos ensina:

. Viver abertos a Deus e a sua vontade, manifestada nos acontecimentos da vida;

. Escutar e praticar a palavra de Deus;

. Orar fielmente sentindo a presença de Deus em todos os acontecimentos;

. Viver próximo de nossos irmãos e ser solidários com eles em suas necessidades.

. Alimentar a esperança do encontro com Deus na vida eterna pela proteção e intercessão de Maria

ESCAPULÁRIO DO CARMO NÃO É:

. Um amuleto (um objeto para uma proteção mágica);

.Uma garantia automática de salvação;

.Uma desculpa para não viver as exigências da vida cristã, ao contrário;

O ESCAPULÁRIO DO CARMO É:

Um sinal "forte" aprovado pela Igreja há vários séculos e representa nosso compromisso de seguir a Jesus Cristo como Maria:

abertos a Deus e a sua vontade; guiados pela fé, pela esperança e pelo amor; solidários aos necessitados; orando constantemente e descobrindo a presença de Deus em tudo; um sinal que introduz na família do Carmelo; um sinal que alimenta a esperança do encontro com Deus na vida eterna sob a proteção de Maria Santíssima.

NORMAS PRÁTICAS

O Escapulário é imposto uma única vez por um sacerdote carmelita ou outra pessoa autorizada; Pode ser substituído por uma medalha que represente por uma parte a imagem do Sagrado Coração de Jesus, e por outra a da Virgem. Esta medalha é abençoada quando é trocada. O Escapulário é para os cristãos autênticos que vivem conforme as exigências evangélicas, recebem os Sacramentos e professam uma especial devoção a Santíssima Virgem (expressada com a reza cotidiana de ao menos três Aves Maria).

Privilégio Sabatino: livre do Purgatório no primeiro sábado após a morte

Além dessa graça específica da salvação eterna, ligada ao Escapulário, Nossa Senhora concedeu outra, que ficou conhecida como privilégio sabatino.

No século seguinte, apareceu Ela ao Papa João XXII, a 3 de março de 1322, comunicando àqueles que usarem seu Escapulário:

"Eu, sua Mãe, baixarei graciosamente ao purgatório no sábado seguinte à sua morte, e os lavarei daquelas penas e os levarei ao monte santo da vida eterna" .

Quais são, então, as promessas específicas de Nossa Senhora?

1º. Quem morrer com o Escapulário não padecerá o fogo do inferno.

Que desejava Nossa Senhora dizer com estas palavras?- Em primeiro lugar, ao fazer a sua promessa, Maria não quer dizer que uma pessoa que morra em pecado mortal se salvará.

A morte em pecado mortal e a condenação são uma e a mesma coisa.

A promessa de Maria traduz-se, sem dúvida, por estas outras palavras:

"Quem morrer revestido do Escapulário, não morrerá em pecado mortal".

Para tornar isto claro, a Igreja insere, muitas vezes, a palavra "piamente" na promessa: "aquele que morrer piamente não padecerá do fogo do inferno" .

2º. Nossa Senhora livrará do Purgatório quem portar seu Escapulário, no primeiro sábado após sua morte.

Embora freqüentemente se interprete este privilégio ao pé da letra, isto é, que a pessoa será livre do Purgatório no primeiro sábado após sua morte, "tudo que a Igreja, para explicar estas palavras, tem dito oficialmente em várias ocasiões, é que aqueles que cumprem as condições do Privilégio Sabatino serão, por intercessão de Nossa Senhora, libertos do Purgatório pouco tempo depois da morte, e especialmente no sábado" .

De qualquer modo, se formos fiéis em observar as palavras da Virgem Santíssima, Ela será muito mais fiel em observar as suas, como nos mostra o seguinte exemplo:

Durante umas missões, tocado pela graça divina, certo jovem deixou a má vida e recebeu o Escapulário.

Tempos depois recaiu nos costumes desregrados, e de mau tornou-se pior. Mas, apesar disso, conservou o santo Escapulário.

A Virgem Santíssima, sempre Mãe, atingiu-o com grave enfermidade. Durante ela, o jovem viu-se em sonhos diante do justíssimo tribunal de Deus, que devido às suas perfídias e má vida, o condenou à eterna danação.

Em vão o infeliz alegou ao Sumo Juiz que portava o Escapulário de sua Mãe Santíssima.

- E onde estão os costumes que correspondem a esse Escapulário? - perguntou-lhe Este.

Sem saber o que responder, o desditoso voltou-se então para Nossa Senhora.

- Eu não posso desfazer o que meu Filho já fez - respondeu-lhe Ela.

- Mas, Senhora! - exclamou o jovem - Serei outro.

- Tu me prometes?

- Sim.

- Pois então vive.

Nesse momento o doente despertou, apavorado com o que vira e ouvira, fazendo votos de portar doravante mais seriamente o Escapulário de Maria.

Com efeito, sarou e entrou para a Ordem dos Premonstratenses.

Depois de vida edificante, entregou sua alma a Deus.

Assim narram as crônicas dessa Ordem.

 

 

 


 

27/03- 2ª FEIRA

MISSA EM HONRA A SANTA MÔNICA

17h30min

 

28/03 - 3ª FEIRA

OFICINA DE ORAÇÃO E VIDA

14h30min, maiores informações na secretaria paroquial

ESCOLA DE FÉ E CATEQUESE LUMEN CRHISTI

19h

MISSA EM HONRA A SANTO AGOSTINHO

17h30min

 

 

30/03 - 5ª FEIRA

AOS TEUS PÉS SENHOR

Adoração ao Santíssimo Sacramento - 19h30min

 

31/03 -6ª FEIRA

VIA -SACRA

16h30min

 

02/04 - DOMINGO

DOMINGO DO PÃO

Lembremo-nos de trazer os mantimentos para os mais pobres de nossa comunidade.

 

Catequese Paroquial

Inscrições e Reuniões: quartas -feiras às 18h30min e Domingos às 8h30min no Pátio do Colégio Santo Agostinho

ou após da missa das 10h.

 

  • Novo horário das missas dominicais:
  • 8, 10, 11:30, 17,18:30 e 20 hs.

Foi suprimida as missas das 7 e 8:30 e acrescentada a missa das 8h.

 

CURSOS DE NOIVOS 2016

DATAS:

12 de março

04 de junho

INSCRIÇÕES: http://cursodenoivospsm.com.br

 

CURSO DE BATISMO

Encontro de preparação para o batismo

Realizado na 2ª e 4ª quinta- feira do mês na capela da paroquia às 20h

Inncrições gratuitas na secretaria paroquial

PRÓXIMAS DATAS:

06 e 20 de abril