Santo Agostinho

“Dignou-se partilhar nossa mortalidade, para que nós pudéssemos participar de sua divindade, fazendo-se partícipe com muitos na morte, nos fez a todos partícipes de sua vida”. (inps 118, 19, 6)

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Dizimistas Aniversariantes do mês de Março:

Ana Maria Kimaid

Josana Teresa Arraes Nunes

Josineide Maria de Oliveira Freire

Maria do Carmo de Jesus Carvalho

Maria Edvania Irineu

Maria José Baltar Jorge Moreira

Maria José Nosetti

Maria Regina Blaker Piler

Maria Velma Doria Vieira

Matilde Tedesco Dardengo

Sebastião Vieira

Zuleide de Souza Lima


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Ideologia: O Coração da Matéria PDF Print Email
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Tenho estado a pensar ultimamente que se a Democracia é a melhor forma de Governo alguma vez inventado, então porque é que na sua forma atual consegue fazer sobressair o pior que há em nós? Em teoria não devia ser assim. Teoricamente, nesta época eleitoral( eleições americanas), devíamos estar envolvidos num debate nacional sobre as dificuldades que enfrentamos. O casamento está em crise e cada vez mais crianças crescem sem uma figura paternal. Que fizemos nós, não obstante as melhores intenções, para infligir sobre os mais vulneráveis tamanho sofrimento?

Como podemos seguir um  caminho? Os salários dos homens da classe operária mantêm-se estagnados há quarenta anos. O que fizemos nós, não obstante as melhores intenções, para colocá-los sob tanta pressão? Porque seria errado encolher os ombros e dizer que a sua forma de vida é uma coisa do passado?

Porque é que formamos todos os anos milhões de crianças no ensino secundário que não sabem nada sobre a herança literária, filosófica e religiosa e artística do ocidente? Como é que acabamos com a nossa dependência de petróleo estrangeiro, mantendo o nosso compromisso de limpar a água e o ar?

Um profissional da Irlanda, casado, pode esperar dez anos por autorização para imigrar para os Estados Unidos, até desistir – como aconteceu com o irmão do meu consultor financeiro. Mas milhões de pessoas estão aqui ilegalmente. O que podemos fazer nestes casos que seja de acordo com a lei, com a equidade e a prudência mas também com  a misericórdia?

O Oriente Médio está a fritar no seu próprio petróleo e na sua encruzilhada de alianças, traições e ódios, enquanto o ressentimento islâmico para com os bem sucedidos israelitas e o domínio cultural do Ocidente infecta os corações de jovens sedentos de guerra. O que é que devemos, ou podemos fazer?

Recusamo-nos a ter estas discussões. A televisão tem alguma culpa, mas não é a única. Creio que o vazio que se encontra no local onde devia estar o coração do assunto tem um nome: ideologia.

A ideologia1 é um sucedâneo da religião. Quando deixamos de estar abertos ao divino é ela que corre a preencher o vazio. Um dos mitos do Iluminismo é de que a “religião” é tão violenta que deve ser mantida bem longe da política. Esse mito penetrou o cérebro de americanos inteligentes, como se constituísse prova contra uma das coisas mais evidentes da história, que nos mostra que, com a exceção notável do Islão, quase todas as guerras que os homens travaram não tiveram nada a ver com religião: Os homens lutam por terra, por glória, riqueza, medo, ambição, vingança, aventura e sede de sangue.

O perigo atual não é de que a religião informe a nossa política – é precisamente isso que a religião devia fazer, porque as nossas intuições sobre o divino devem dirigir o nosso tratamento do humano. Estou a falar aqui em traços gerais. O perigo agora é de que a religião seja obrigada a procurar refúgio nas catacumbas, enquanto a política, com os seus credos ideológicos, assume as prerrogativas da religião. É isso, e não a religião, que tem tornado os últimos dois séculos tão sangrentos.

A doença é fácil de diagnosticar e, salvo algum milagre, poderá ser impossível de tratar. Os sinais são estes: Os critérios de evidência são esquecidos – o ideólogo 2 “sabe” aquilo que é impossível saber, como o estado da mente do Presidente Bush quando concluiu que o Iraque possuía armas perigosas ou os elementos necessários para fazê-las. O ideólogo atribui aos atos dos seus opositores as piores motivações possíveis, dizendo por exemplo que o Presidente Obama propôs o seu sistema de saúde sabendo perfeitamente que ia falhar.

O ideólogo diz que os acidentes são na verdade devidos a astúcia maquiavélica e que os erros de juízo se devem à estupidez completa, sem perceber que os dois atributos se anulam mutuamente. O ideólogo não é aquele que acredita que tem razão, é sim o homem que já não consegue imaginar que as outras pessoas podem não pensar como ele sem estarem embrenhados em maldade. Não para para pensar que ele próprio já pensou como eles.

O ideólogo é o preconceituoso perfeito, que não consegue compreender, imaginar ou apreciar o universo moral do seu opositor, mas cujo próprio universo é unidimensional, como uma caricatura.

O ideólogo pensa que está isento de pecado. Na medida em que possui as opiniões “certas”, tem rédea livre para fazer as coisas mais vergonhosas aos outros. É um difamador, um covarde, um bully. Sente-se justo enquanto faz tudo para que o seu opositor seja vencido. Não perdoa, porque não sente que precisa ser perdoado. Para ele, o cumprimento de todos os ditames ideológicos corresponde à graça salvífica de Deus.

Até aqui me tenho estado a referir-me ao ideólogo como masculino, mas o feminismo também tornou as mulheres particularmente vulneráveis a um mal que historicamente afligia muito mais os homens. Por mais difícil que seja para um homem conversar com outro homem com o qual está em desacordo, como uma mulher é impossível porque o feminismo embrenha-se de tal forma no seu sentido de autoestima, que em todo o caso nunca é muito elevado para quem não coloca Deus e família no centro da sua existência, por mais que se apresente altivamente ao mundo.

A grande maioria dos esforços de limitar a liberdade de expressão e de associação nas nossas universidades vem de ideólogas femininas, que de tão sôfregas não param para pensar que aquilo que estão a demonstrar verdadeiramente é que não deviam estar nas universidades.

A ideologia é impaciente, maldosa, invejosa, vaidosa; arrogante, egoísta, irascível; acredita no pior, regozija na iniquidade; espuma contra a verdade, não tolera nada; impaciente, não tem fé nem esperança verdadeira em Deus.

Quando o ideólogo era criança, acolhia o mundo com o deslumbramento de uma criança. Mas agora que envelheceu na ideologia, pôs de lado as coisas de criança. Então via a verdade de forma obscura, como que através de um vidro, mas agora vive na luz ofuscante e crua da ideologia, e nessa luz cada face, seja humana seja divina, é obliterada. Por isso para o ideólogo restam apenas estas três coisas: esperança no futuro, ambição desmedida e ódio. E a mais característica destas é o ódio.

1- ideologia, um fenômeno social e instrumento de dominação que fornece para a sociedade um projeto de vida completo, com expectativas sociais, diretrizes produtivas, formas punitivas e referenciais éticos e estéticos.

2 - aquele que advoga uma ideologia; o expositor oficial desta.

Anthony Esolen

Tradutor, autor e professor de religião no Providence College. EUA

 

 


 

27/03- 2ª FEIRA

MISSA EM HONRA A SANTA MÔNICA

17h30min

 

28/03 - 3ª FEIRA

OFICINA DE ORAÇÃO E VIDA

14h30min, maiores informações na secretaria paroquial

ESCOLA DE FÉ E CATEQUESE LUMEN CRHISTI

19h

MISSA EM HONRA A SANTO AGOSTINHO

17h30min

 

 

30/03 - 5ª FEIRA

AOS TEUS PÉS SENHOR

Adoração ao Santíssimo Sacramento - 19h30min

 

31/03 -6ª FEIRA

VIA -SACRA

16h30min

 

02/04 - DOMINGO

DOMINGO DO PÃO

Lembremo-nos de trazer os mantimentos para os mais pobres de nossa comunidade.

 

Catequese Paroquial

Inscrições e Reuniões: quartas -feiras às 18h30min e Domingos às 8h30min no Pátio do Colégio Santo Agostinho

ou após da missa das 10h.

 

  • Novo horário das missas dominicais:
  • 8, 10, 11:30, 17,18:30 e 20 hs.

Foi suprimida as missas das 7 e 8:30 e acrescentada a missa das 8h.

 

CURSOS DE NOIVOS 2016

DATAS:

12 de março

04 de junho

INSCRIÇÕES: http://cursodenoivospsm.com.br

 

CURSO DE BATISMO

Encontro de preparação para o batismo

Realizado na 2ª e 4ª quinta- feira do mês na capela da paroquia às 20h

Inncrições gratuitas na secretaria paroquial

PRÓXIMAS DATAS:

06 e 20 de abril