Santo Agostinho

Juntos estávamos e juntos havíamos de estar em comunidade de vida santa. Buscávamos um lugar onde pudéssemos servir-te com mais proveito. (Conf. 9, 8, 17)

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Dizimistas Aniversariantes do mês de Março:

Ana Maria Kimaid

Josana Teresa Arraes Nunes

Josineide Maria de Oliveira Freire

Maria do Carmo de Jesus Carvalho

Maria Edvania Irineu

Maria José Baltar Jorge Moreira

Maria José Nosetti

Maria Regina Blaker Piler

Maria Velma Doria Vieira

Matilde Tedesco Dardengo

Sebastião Vieira

Zuleide de Souza Lima


Início Tríduos e Novenas Novena à Santa Mônica
Novena à Santa Mônica PDF Print Email

Rito de Entrada Para Todos os Dias

S.  Vinde, ó Deus, em meu auxílio.

R. Socorrei-me sem demora.

Glória ao Pai...

Oração

Senhor Deus, fonte de misericórdia, que ornastes Santa Mônica com o dom de saber reconciliar os homens entre si e convosco, concedei-nos ser mensageiros da paz e da unidade, levando a vós os corações com o exemplo de nossa vida. Por N.S. Jesus Cristo que vive e reina na unidade do Espírito Santo. Amém.

 

 

Reflexão do Dia

Oração dos Fiéis Para Todos os Dias

Deus, nosso Senhor, vós que concedestes a Santa Mônica a conversão de seu esposo e de seu filho Agostinho, concedei-nos, por sua intersessão, um espírito de verdadeira compreensão e amor aos demais.

R:  Senhor, que vossa graça nos santifique.

  1. Por todos os cônjuges cristãos que tem dificuldades em seu lar, para que saibam oferecer-se     mutuamente consolo e ajuda. Oremos.
  2. Por todas as mães cristãs do mundo, para que saibam conduzir seus filhos a Vós. Oremos.
  3. Por todos aqueles que sofrem de solidão e abandono em nossa sociedade ou sofrem pela fraqueza de seus entes queridos. Oremos.
  4. Por todos que procuram a verdade e trabalham para serem fiéis a vossos preceitos e ensinamentos. Oremos.
  5. Pelo florescimento das vocações para a vida agostiniana – secular e religiosa – e pela perseverança e fidelidade de quantos estão comprometidos ao seguimento a Jesus, à imitação de Agostinho e Santa Mônica. Oremos.
  6. Outras livres.

 

Oração Final Para Todos os Dias

Santificai, Senhor, com vossa benção, esta novena que vos oferecemos na festa de Santa Mônica. Com suas orações, com seu exemplo e suas lágrimas, ela conquistou para vós seu marido Patrício e seu filho Agostinho. Concedei-nos, por sua intersessão, que nossa vida seja, por amor a vós, uma oferenda perene para o bem dos nossos irmãos. Por Cristo nosso Senhor. Amém.

 

“ Quando lês a Bíblia, Deus te fala;

Quando rezas, tu falas a Deus.”

(In os. 85,7)

 

PRIMEIRO   DIA

Reflexão: Minha Mãe

“ Mas não quero calar os sentimentos que me brotam na alma a respeito de tua serva, que me deu a vida temporal segundo a carne e que, pelo coração, fez-me nascer para a vida eterna. Não falarei sobre suas qualidades, mas sobre os dons que lhe concedeste; porque não dói ela que se fez ou se educou por si. Foste tu que a criaste; nem mesmo o pai ou a mãe poderiam prever a personalidade daquela que geraram. Foi o bordão do teu Cristo, a disciplina e a vivência no seio de uma família fiel que ocupava-se da sua educação”. (Conf.9,8)

 

Para acrescentar à oração comunitária:

Por todos os filhos, para que sejam dóceis a seus educadores e cresçam na fé, na esperança e no amor. Oremos.

 

R: Senhor, que vossa graça nos santifique.

 

 

SEGUNDO   DIA

Reflexão: Santa Mônica, esposa paciente.

“ Desse modo, educada no pudor e na sobriedade, e submissa por ti a teus pais, mais que por seus pais a ti, quando chegou à idade de casar-se, foi dada a um marido, a quem serviu como senhor. Procurava conquistá-lo para ti, falando-lhe de ti através das virtudes... Embora de coração afetuoso, ele se encolerizava facilmente. Minha mãe havia aprendido a não o contrariar com atos ou palavras, quando o via irado. Depois que ele se refazia e acalmava, ela procurava o momento oportuno para mostrar-lhe como se tinha irritado sem refletir, conhecendo o tipo de marido colérico, minha mãe suportava, muito se admiravam por nunca se ouvir dizer ou se revelar, por algum indício, que Patrício tivesse batido na mulher, nem que algum dia tivessem brigado em casa.” (Conf. 9,9)

 

Para acrescentar à oração comunitária:

Por todas as esposas cristãs para que com sua paciência, mansidão e com sua fidelidade sejam verdadeiros anjos do lar. Oremos.

 

R: Senhor, que vossa graça nos santifique.

 

TERCEIRO   DIA

Reflexão: Mônica semeadora de compreensão e reconciliação.

“ Concedeste ainda, ó meu Deus minha misericórdia, um grande dom aquela tua fiel serva, em cujo seio me criaste. Sempre que havia discórdia entre pessoas, ela procurava, quando possível, mostrar-se conciliadora, a ponto de nada referir de uma a outra, senão o que podia levá-las a se reconciliarem. E isso fazia, depois de ter ouvido de um lado e de outro, as queixas amargas que costuma surgir nos casos de forte antipatia, quando o rancor provoca as mais ásperas acusações contra as amigas ausentes. Esse dom me parecia de pouca importância, se uma triste experiência não me houvesse mostrado que grande número de pessoas – não sei por qual horrendo e muito difundido contágio do pecado – não só repetem a pessoas inimigas o que umas dizem das outras, sob o império da ira, como ainda acrescentam palavras que jamais foram pronunciadas. Para uma pessoa realmente humana, não será suficiente limitar-se a não provocar ou aumentar as inimizades, com ditos malévolos, mas também procurar extingui-las com boas palavras.

 

Assim era minha mãe, graças às lições que tu, seu mestre espiritual, lhe ensinaste. E ao final, nos últimos anos de vida do marido, ela o conquistou para ti. Depois de conversão deste, ela não precisou mais lamentar os ultrajes que antes sofria.

 

Todos os que a conheciam louvavam, honravam e amavam profundamente a ti, por nela sentirem a tua presença, comprovada pelos frutos de uma vida santa. Tinha sido esposa de um só marido, tinha cumprido seu dever para com os pais, tinha governado a casa com dedicação e dado testemunho das tuas obras. Educara os filhos gerando-os de novo tantas vezes quantas os visse afastarem-se de ti.” (Conf. 9,9)

 

Para acrescentar à oração comunitária:

Pela paz, pela serenidade e pela mútua união e compreensão nas famílias, entre maridos e esposas, entre pais e filhos. Oremos.

 

R: Senhor, que vossa graça nos santifique.

QUARTO   DIA

Reflexão: Amor e cuidado de Santa Mônica por seu filho Agostinho.

“ Eu tinha ouvido falar, ainda criança, da vida eterna a nós prometida, graças à humildade do Senhor nosso Deus, que desceu até a nossa soberba. Fui marcado pelo sinal da cruz e recebi o sal divino, apenas saído do seio de minha mãe, que em ti depositava todas as suas esperanças. Senhor, tu viste que eu, ainda criança, fui um dia tomado por febre alta e estive às portas da morte; tu viste, Senhor com que ardor e com que fé implorei à piedade de minha mãe e de nossa mãe comum – a tua Igreja – o batismo de Cristo.” (Conf. 1,11)

 

Mas, no coração de minha mãe já havias começado a edificar o teu templo, a lançar os fundamentos de tua santa habitação.

 

Por isso minha mãe agitou-se apreensiva e temerosa, temeu que eu enveredasse por caminhos tortuosos trilhados por aqueles que voltaram para ti as costas e não a face. Como ouso dizer que estavas calado quando eu me afastava de ti cada vez mais?

 

De quem eram, senão de ti, aquelas palavras que me fazias soar aos ouvidos, através de minha mãe, tua serva fiel?” (Conf. 2,3)

 

 

Para acrescentar à oração comunitária:

Por todos os jovens, para que fujam dos perigos do mundo, saibam aproveitar os primeiros impulsos da graça e esta germine e frutifique em seus corações. Oremos.

 

R: Senhor, que vossa graça nos santifique.

 

“ Quão tarde te amei,

Ó beleza tão amiga

E tão nova,

Quão tarde te amei!”

(Conf. 10,27)

 

QUINTO   DIA

Reflexão: Santa Mônica ora e chora por seu filho ausente.

“ Quando foi a Roma, ela chorou amargamente a minha partida e me seguiu até o mar... Recusando voltar sem mim, eu a convenci com esforço a passar a noite numa capela vizinha ao lugar onde se achava nosso navio. Nessa mesma noite parti escondido,  ela ficou a chorar e a rezar. Que te pedia ela, meu Deus, com tantas lágrimas, senão que impedisses a minha viagem?... Como acontece com todas as mães, queria conservar-me a seu lado, porém muito mais que o normal, e não sabia que tu, com minha ausência, lhe preparavas grandes alegrias.

 

Em Roma, fui atingido pelo flagelo dos sofrimentos físicos. Minha mãe ignorava o perigo que eu corria, mas bem longe continuava a rezar por mim. Mas tu, que estás presente em toda parte, a ouvia onde ela estava, e tinhas compaixão de mim, onde eu me encontrava.

 

Tu, ó Deus de misericórdia, não podias desprezar o coração contrito e humilhado de uma viúva pura e modesta, que não deixava passar um dia sem apresentar ao altar a sua oferta, que duas vezes por dia, pela manhã e pela tarde, ia à igreja, não para inúteis tagarelices, mas para ouvir tua palavra e fazer-se ouvida por ti em suas orações.” (Conf. 5,8)

 

Para acrescentar à oração comunitária:

Por todos os educadores, para que busquem sempre e sobretudo o bem espiritual das éssoas a elas confiadas. Oremos.

 

R: Senhor, que vossa graça nos santifique.

 

 

SEXTO   DIA

Reflexão: Santa Mônica em Milão, seguindo o seu filho Agostinho.

“Ó minha esperança desde a minha juventude, onde estavas, para onde te retiraste? E, no entanto, eu caminhava em meio as trevas e por terrenos escorregadios. Eu te buscava fora de mim, e não encontrava o Deus do meu coração. Havia chegado ao fundo do mar, e não tinha mais confiança nem esperança de encontrar a verdade.

 

Minha mãe, forte na piedade, já viera ao meu encontro, seguindo-me por terra e por mar, em ti confiando em todos os perigos. Era ela, nos momentos críticos da navegação, quem incutia coragem aos próprios marinheiros, que habitualmente confortam os viajantes inexperientes e timoratos, prometendo-lhes uma chegada a salvo. Foste tu, em visão, quem o havias prometido a ela.

 

Ao chegar, encontrou-me em grande perigo, provocado pela completa falta de confiança em conhecer a verdade. Quando a informei de que já não era maniqueu, embora ainda não fosse cristão católico, não saltou a alegria, como quem ouve uma notícia inesperada. Quanto a este aspecto de minha miséria, ela estava tranqüila. Chorava por mim como se estivesse morto, porém  morto destinado à ressurreição, e me oferecia a ti no esquife do pensamento, a fim de que dissesses ao filho da viúva: “Jovem, eu te ordeno, levanta-te”, para que ele revivesse e começasse a falar, e tu o entregasses à sua mãe. Assim, o coração não lhe estremeceu de tumultuada alegria ao ouvir que já havia acontecido em grande parte o que todos os dias ela te pedia chorando: eu ainda não chegara à verdade, mas já estava libertado do erro. Mas como estava certa de que realizarias o resto, pois tudo lhe havias prometido, respondeu-me com toda a tranqüilidade e com o coração cheio de confiança, que em Cristo ela ainda esperava, antes de morrer, ver-me autêntico católico. Esta é a resposta que me deu. Mas a ti, fonte de misericórdia, ela aumentava cada vez mais as súplicas e lágrimas, a fim de que apressasses o teu auxílio e iluminasses as minhas trevas. Corria com mais freqüência à igreja, ficando admirada com o que Ambrósio falava, como uma fonte de água jorrando para a vida eterna”. (Conf. 6,1)

 

 

Para acrescentar à oração comunitária:

Por todos os pregadores do Evangelho, para que estejam sempre a serviço de Cristo e dos irmãos, especialmente os que buscam com sinceridade a fé. Oremos.

 

R: Senhor, que vossa graça nos santifique.

 

 

SÉTIMO   DIA

Reflexão: Santa Mônica ouve dos lábios de Agostinho sua conversão a Deus. Toma e lê.

“Quando essas severas reflexões me fizeram emergir do íntimo e expuseram toda a minha miséria à contemplação do coração, desencadeou-se uma grande tempestade portadora de copiosa torrente de lágrimas. Para dar-lhe vazão com naturalidade, levantei-me e afastei-me e dei livre curso às lágrimas, que jorravam de meus olhos aos borbotões, como sacrifício agradável a ti. Sentia-me ainda preso ao passado, e por isso gritava: “por quanto tempo, por quanto tempo direi ainda: amanhã, amanhã? Por que não agora? Por que não por fim agora à minha indignidade?”... Eis que, de repente, ouço uma voz vinda da casa vizinha. Parecia de um menino ou menina repetindo continuadamente uma canção “Toma e lê, toma e lê”. Peguei a Bíblia, abri e li em silêncio o primeiro capítulo sobre o qual caiu o meu olhar: Não em orgias e bebedeiras, nem na devassidão e libertinagem, nem nas rixas e ciúmes. Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e não procureis satisfazer os desejos da carne... Fomos imediatamente à minha mãe e lhe contamos o sucedido. Ela ficou radiante. Verificava que lhe havias concedido muito mais do que ela pedira com lágrimas e orações em meu favor. Transformaste sua tristeza em alegria. Alegria muito maior do que ela havia desejado.” (Conf. 8,12)

Para acrescentar à oração comunitária:

Por todos aqueles que têm fome e sede de justiça, pelos pacíficos e limpos de coração, para que todos consigamos o Reino de Deus. Oremos.

 

R: Senhor, que vossa graça nos santifique.

 

“ De agora em diante

Só a Ti hei de amar,

Só a Ti hei de seguir,

Só a Ti hei procurar.”

(Solilóquios 1,1)

 

OITAVO   DIA

Reflexão: Contemplação de Agostinho e Mônica.

“Ao aproximar-se o dia de sua morte – dia que só tu conhecias e nós ignorávamos – sucedeu, creio que por tua vontade e de modo misterioso como costumas fazer, que ela e eu nos encontrássemos sozinhos, apoiados a uma janela, cuja vista dava para o jardim interno da casa onde morávamos, em Óstia Tiberina. Afastados da multidão, procurávamos, depois das fadigas de uma longa viagem, recuperar as forças, tendo em vista a travessia marítima. Falávamos a sós, muito suavemente, esquecendo o passado e avançando para o futuro. Tentávamos imaginar na tua presença, tu que és a verdade, qual seria a vida eterna dos santos.

 

Nossa conversa chegou a conclusão de que o prazer dos sentidos do corpo, por maior que seja e por mais brilhante que seja esa luz temporal, não é digna de ser comparada à felicidade daquela vida, nem mesmo é digna de ser mencionada. Elevando-nos com o mais ardente amor ao próprio Bem percorremos gradualmente todas as coisas corporais até o próprio céu, de onde o sol, a lua e as estrelas iluminam a terra. E subíamos ainda mais ao interior de nós mesmos, meditando, celebrando e admirando as suas obras. E chegamos assim ao íntimo de nossas almas. Enquanto assim falávamos, ávidos de alcançar a Sabedoria, chegamos apenas a tocá-la num mesmo ímpeto do nosso coração, e, suspirando, renunciamos a essas “primícias do espírito”. No entanto, Senhor, tu sabes como nesse dia, durante esse colóqui, o mundo, com todos os seus prazeres, perdia para nós todo valor, e minha mãe me disse: “ Meu filho, nada mais me atrai nesta vida; não sei o que estou ainda fazendo aqui. Já se acabou toda esperança terrena. Por um só motivo eu desejava prolongar a vida nesta terra: ver-te católico antes de eu morrer. Deus me satisfez amplamente, porque te vejo desprezar a felicidade terrena para servi-lo. Por isso, o que é que estou fazendo aqui”? (Conf. 9,10)

 

Para acrescentar à oração comunitária:

Por todos os professores e cientistas, para que sempre se deixem guiar em seus ensinamentos e investigações, pela luz do Evangelho. Oremos.

 

R: Senhor, que vossa graça nos santifique.

 

 

NONO   DIA

Reflexão: Agostinho: Coração Inquieto

“Então, em meio à grande luta interior que eu violentamente travava no íntimo do coração contra mim mesmo, e transtornado na alma e na fisionomia, corro para Alípio e exclamo: “ O que é que nos aflige tanto? Que significa isso que tu também acabas de ouvir? (conversões de Antão monge egípcio e a de três jovens soldados) Erguem-se os incultos e tomam de assalto o reino do céu (Mt 11,12), enquanto nós, com o nosso saber insensato, nos debatemos na carne e no sangue. Será que nos envergonhamos de segui-los porque chegaram primeiro, e não nos envergonhamos de deixar de os seguir? Em meio à tempestade de hesitação, eu fazia gestos que às vezes os homens querem fazer, mas não conseguem. Mas neles o querer não era o mesmo que poder. Poder já era querer, e querer era fazer”.

 

Ou       Morte de Mônica

“Dentro de cinco dias e pouco mais, adoeceu com febre. Um dia perdeu os sentidos e durante um curto espaço de tempo assim permaneceu. Acorremos logo e imediatamente recuperou os sentidos. Vendo-nos de pé junto dela, a mim e ao meu irmão, perguntou-nos como quem procura alguma coisa:“Onde estava eu?” Depois, notando nosso espanto e tristeza, acrescentou: “Sepultarei aqui vossa mãe”. Eu estava calado, procurando conter as lágrimas. Meu irmão proferiu algumas palavras nas quais mostrava o desejo de vê-la morrer na pátria e não em terra estranha. Então minha mãe, dirigindo-se a nós dois, disse: “ enterrai este corpo em qualquer parte e não vos preocupeis com ele. Só vos peço que vos lembreis de mim diante do altar do Senhor, onde quer que estejais”. (Conf.9,11)

 

Para acrescentar à oração comunitária:

Pelas vocações da vida contemplativa, sobretudo entre as freiras agustinianas recoletas e pela fidelidade de quantas vivem neste santo propósito. Oremos.

 

R: Senhor, que vossa graça nos santifique.

 

 


 

27/03- 2ª FEIRA

MISSA EM HONRA A SANTA MÔNICA

17h30min

 

28/03 - 3ª FEIRA

OFICINA DE ORAÇÃO E VIDA

14h30min, maiores informações na secretaria paroquial

ESCOLA DE FÉ E CATEQUESE LUMEN CRHISTI

19h

MISSA EM HONRA A SANTO AGOSTINHO

17h30min

 

 

30/03 - 5ª FEIRA

AOS TEUS PÉS SENHOR

Adoração ao Santíssimo Sacramento - 19h30min

 

31/03 -6ª FEIRA

VIA -SACRA

16h30min

 

02/04 - DOMINGO

DOMINGO DO PÃO

Lembremo-nos de trazer os mantimentos para os mais pobres de nossa comunidade.

 

Catequese Paroquial

Inscrições e Reuniões: quartas -feiras às 18h30min e Domingos às 8h30min no Pátio do Colégio Santo Agostinho

ou após da missa das 10h.

 

  • Novo horário das missas dominicais:
  • 8, 10, 11:30, 17,18:30 e 20 hs.

Foi suprimida as missas das 7 e 8:30 e acrescentada a missa das 8h.

 

CURSOS DE NOIVOS 2016

DATAS:

12 de março

04 de junho

INSCRIÇÕES: http://cursodenoivospsm.com.br

 

CURSO DE BATISMO

Encontro de preparação para o batismo

Realizado na 2ª e 4ª quinta- feira do mês na capela da paroquia às 20h

Inncrições gratuitas na secretaria paroquial

PRÓXIMAS DATAS:

06 e 20 de abril